Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025
Performance na Marquês de São Vicente GáveaGávea RJ
Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025
Uma introdução direta ao ponto — desejo, clareza e decisão
Imagine abrir a janela e ver o verde da Gávea encontrar a cidade, a poucos passos da PUC-Rio, no coração da Rua Marquês de São Vicente. É exatamente nesse corredor — endereço símbolo de qualidade de vida na Zona Sul — que surge a pergunta que guia sua escolha: “Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025?”. O contexto importa: a via concentra fluxo acadêmico, serviços, cultura e mobilidade, com o campus principal da PUC-Rio instalado no nº 225, reforçando procura e liquidez do entorno.
Para responder com precisão e sem surpresas, vamos combinar três pilares: localização, formação de preço e capacidade de pagamento. Primeiro, o pano de fundo de mercado: os preços de venda seguem trajetória de alta no Brasil em 2025, com o FipeZAP registrando variação positiva em agosto — sinal de um ciclo que ainda sustenta valores de ativos residenciais. Em paralelo, a construção civil vive pressão de custos monitorada pelo INCC/FGV, indicador que acompanha materiais, serviços e mão de obra e que voltou a acelerar no acumulado de 12 meses, impactando o custo de obra — e, portanto, o valor final nas fases de lançamento e construção.
O segundo pilar é entender como o preço se forma nesse eixo premium. Endereço, assinatura arquitetônica, amenidades de alto apelo — como rooftop e áreas de bem-estar — e a escassez de produtos novos na Zona Sul compõem um “pacote de valor” que o comprador sente no ticket e no preço por m² Gávea. Nesta jornada, você verá como ler a tabela de vendas (ato + parcelas de obra + chaves), quando incidem INCC-FGV e IPCA, e como identificar margens de negociação por fase — sempre com linguagem simples e aplicada ao seu caso.
O terceiro pilar é transformar desejo em decisão com financiamento imobiliário bem planejado. Vamos esclarecer, nos blocos seguintes, a diferença entre SFH e SFI, além do que realmente muda no CET (Custo Efetivo Total) — informação obrigatória nas operações de crédito — para comparar propostas de forma profissional, olhar a relação prestação/renda e escolher entre SAC e Price sem adivinhação.
O que você vai encontrar a partir de agora
Faixa de entrada para compactos na rua (nov/2025), com estimativas construídas a partir de índices oficiais e parâmetros locacionais.
Fatores que formam o preço no corredor PUC-Rio, incluindo endereço e amenidades de alto valor percebido.
Leitura da tabela de vendas e negociação por fase.
Simulações de financiamento (SFH/SFI) com foco no CET e no seu fluxo.
Custos de posse (condomínio, IPTU, seguro, mobília, manutenção) e gatilhos de valorização para revenda.
Pronto para avançar? Clique em “Quero estimar meu ticket na Rua Marquês de São Vicente (nov/2025)” e siga para a próxima seção — vamos abrir a faixa de entrada com método e transparência para responder, na prática, quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025.
Fatores que formam o preço: endereço, lazer no topo e assinatura
Quem busca “Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025” precisa entender primeiro o que paga mais naquele corredor. O endereço é o propulsor: a PUC-Rio está na própria Rua Marquês de São Vicente (nº 225), concentrando fluxo acadêmico, serviços e vida de bairro de alto padrão — fator que sustenta procura, liquidez e percepção de valor nas unidades compactas e familiares.
O segundo vetor é a escassez de oferta na Zona Sul. Em um mercado com poucos terrenos disponíveis e demanda estruturalmente alta, o novo produto tende a carregar um prêmio de lançamento no preço por m² Gávea, especialmente quando combina boa arquitetura e lazer atual. Relatórios setoriais indicam que a Zona Sul mantém-se como a região mais valorizada da cidade justamente por esse descompasso entre oferta e desejo de morar perto de tudo.
Entre as amenidades, o rooftop ganhou protagonismo. Piscina panorâmica, lounges, gourmet e wellness no topo elevam o padrão percebido e podem acrescentar valor ao empreendimento quando bem especificados, por unirem vista, insolação e privacidade — um movimento visto em lançamentos residenciais de médio e alto padrão no Brasil. Colunas especializadas e matérias recentes destacam esse upgrade na atratividade e no ticket das unidades.
Por fim, assinatura de projeto e curadoria de interiores amplificam esse conjunto de atributos. Estudos de precificação hedônica mostram que amenidades e características físicas do edifício — quando alinhadas ao zoneamento e ao uso — afetam o preço de transação, reforçando o racional de pagar mais pelo conjunto certo de decisões de projeto.
O que paga mais (check rápido)
Endereço-âncora no eixo PUC-Rio (caminhabilidade para ensino, serviços e cultura).
Escassez de terrenos na Zona Sul (competição por poucas oportunidades).
Rooftop ativo (piscina, lounges, gourmet, bem-estar) como diferencial de lazer.
Arquitetura e interiores com linguagem atual (eficiência de planta, materiais, iluminação).
Perguntas que guiam sua decisão (respostas diretas, sem jargão)
Rooftop aumenta o valor do m²? Em praças premium, sim: melhora a experiência, a competitividade do produto e sustenta preços mais altos quando comparado a torres sem lazer qualificado. Por que novos empreendimentos custam mais? Porque somam escassez de terreno, custo de obra atual e pacote de amenidades que o estoque antigo não entrega — e isso aparece no preço por m² Gávea. Assinatura importa?Importa: atributos físicos e de projeto entram na formação de preço das transações.
Quer visualizar o potencial de valorização do seu dia a dia? Veja o mapa de conveniências em 5–10 minutos a pé no eixo Marquês de São Vicente/PUC-Rio e entenda por que morar aqui se traduz em tempo ganho e qualidade de vida. Em seguida, avançamos para como ler a tabela de vendas para transformar desejo em uma proposta racional. Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025 passa, agora, por decifrar ato + obra + chaves com segurança.
Como ler a tabela de vendas e negociar sem erro
Entender a tabela de vendas é transformar desejo em decisão inteligente na Rua Marquês de São Vicente (Gávea). Em lançamentos residenciais da Zona Sul, a regra prática organiza o fluxo em três momentos: ato, parcelas durante a obra e chaves. Esse modelo distribui o esforço financeiro ao longo do cronograma, diferencia o que se paga à incorporadora e o que migra para o financiamento imobiliário após a entrega. Guias reconhecidos do setor mostram que comprar na planta envolve um parcelamento pré-entrega e a contratação (ou quitação) do saldo quando há habite-se e registro, o que ajuda a planejar cada etapa sem estresse.
O que são os índices (e por que impactam seu bolso)
Durante a fase de obra, é comum que o contrato preveja atualização das parcelas pelo INCC-FGV, índice que acompanha a variação de materiais, serviços e mão de obra da construção — justamente o custo que a obra enfrenta mês a mês. Por isso ele aparece na leitura da tabela: é o “termômetro” do canteiro. Na virada para chaves/financiamento, a referência de inflação do país, o IPCA, pode surgir em cláusulas de atualização (ou servir de base comparativa em propostas bancárias), pois é o indicador oficial de inflação calculado pelo IBGE. O ponto aqui é simples: saiba qual índice corrige qual etapa do seu contrato para não confundir “preço” com “poder de compra”.
Linha do tempo de pagamentos (ato → obra → chaves)
Ato (assinatura): entrada inicial; define o calendário das próximas parcelas. (Consulte o quadro-resumo contratual.)
Chaves: liquidação do saldo via SFI/SFH (ou quitação própria), conforme crédito aprovado e política do banco; a partir daqui, passam a valer as condições financeiras da operação, eventualmente relacionadas à inflação medida pelo IPCA ou outra referência prevista.
Onde costuma existir margem de negociação
Pré-lançamento/Lançamento: escolha de linha e posição (andares, vistas) pode destravar condições.
Obra em curso: composição entre reforços e prazo.
Chaves: possibilidade de trocar indexador na etapa bancária (quando houver) e ajustar prazos conforme sua renda/score.
A lógica: negociar o que é fixável (prazo, forma de pagamento, eventuais incentivos) e entender o que é técnico (índices e cronograma).
Mini-FAQ invisível ao leitor
“INCC é sempre aplicado?” Não. Ele aparece se estiver previsto no contrato para a fase de obra; é um índice setorial publicado pelo FGV IBRE. “Quando o IPCA entra?” Em geral, como referência de inflação da economia, ele aparece em condições financeiras pós-chaves ou em comparações de custo entre propostas, por ser o índice oficial.
Baixe agora o checklist de leitura da tabela de vendas (PDF) para revisar índices, eventos de pagamento e cláusulas-chave antes de escolher sua unidade em nov/2025 — passo essencial para responder, na prática, quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025. A seguir, avançamos para Financiamento sem susto: SFH x SFI, CET e prestação na renda.
Financiamento sem susto: SFH x SFI, CET e prestação na renda
Para transformar “Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025” em uma decisão clara, comece pelo marco regulatório e pelos critérios de comparação. O SFH e o SFI são os guarda-chuvas do crédito imobiliário no Brasil. O Banco Central esclarece que o SFH é o sistema voltado à habitação, com regras específicas, enquanto o SFI abrange financiamentos que não se enquadram no SFH — a diferença importa porque muda limites, composição de custos e elegibilidade.
Em 19/12/2024, o CMN publicou a Resolução 5.197, que atualiza a Res. 4.676/2018 e reforça as condições gerais do crédito imobiliário. O texto permite, por exemplo, cláusulas de atualização do saldo devedor por índice de preços de conhecimento público (ex.: IPCA) ou pela remuneração da poupança, observados prazos mínimos de reajuste — informação essencial para ler propostas com indexadores diferentes.
O que comparar no CET (o “número que manda”)
O CET – Custo Efetivo Total é obrigatório e deve ser informado antes da contratação. Ele consolida juros + tarifas + seguros + tributos e demais despesas, permitindo comparar propostas de maneira justa (mesmo prazo, mesmo valor e mesmas condições).
Padronize: prazo, sistema de amortização (SAC ou Price) e data de desembolso.
Compare: CET ao ano e ao mês, com e sem uso de FGTS (quando aplicável).
SFH x SFI na prática
SFH: regras específicas para habitação; pode admitir uso de FGTS (conforme normas próprias). Portas de entrada para taxas e condições mais previsíveis.
SFI: financiamentos fora dos critérios do SFH; liberdade maior de pactuação contratual, inclusive em indexadores, respeitada a regulação.
SAC ou Price? E a sua prestação ao longo do tempo
O BCB reconhece os dois sistemas de amortização e disponibiliza recursos educacionais e calculadoras para simular prestações:
Price: parcelas fixas; amortização menor no início e maior no final.
SAC: parcelas decrescentes; amortização maior desde o começo (reduz juros totais). As simulações oficiais ajudam a visualizar o comportamento da prestação e a taxa implícita.
Perguntas diretas (micro-FAQ)
Posso amortizar? Como isso impacta o CET? Amortização extraordinária reduz saldo e, portanto, juros futuros, alterando o CET efetivo da operação; observe como o contrato trata amortizações e recálculo. Indexador muda o meu risco? Sim: a Res. 5.197/2024 admite índices públicos para atualizar saldo; cada indexador tem dinâmica própria de reajuste e afeta a trajetória de prestação.
Peça a planilha de simulação (SAC/Price) com CET para testar cenários por renda e entender o impacto de prazos, indexadores e amortizações no seu fluxo. Na sequência, seguimos para Custos de posse: condomínio, IPTU e manutenção, completando a visão do pós-chaves.
Custos de posse: condomínio, IPTU e manutenção realistas
Depois das chaves, o que mantém sua decisão saudável é o fluxo mensal. Na Zona Sul, o condomínio costuma ter tíquete elevado por padrão de serviços e amenidades. Levantamento recente mostrou Leblon e Ipanema no topo do país em taxa condominial por m², sinalizando que bairros vizinhos como Lagoa e São Conrado também operam em patamares altos — um bom proxy para calibrar expectativas na Gávea.
Condomínio: o que compõe a sua taxa
Pessoal e serviços (portaria, limpeza, manutenção de áreas comuns, gestão).
Operação de lazer (rooftop, piscina, wellness, coworking), que eleva custo recorrente quando há uso intensivo.
Seguros e obrigações do edifício: o seguro da edificação contra incêndio/destruição é obrigatório por lei (art. 1.346 do Código Civil) — usualmente diluído no boleto condominial.
Fundo de reserva e eventuais rateios (previstos em convenção/assembleia), que cobrem despesas extraordinárias de conservação.
IPTU no Rio: como é calculado
No Município do Rio, o IPTU utiliza parâmetros da Planta Genérica de Valores (PGV). É possível consultar o Valor Unitário Padrão (VUP) do logradouro — insumo do cálculo — além dos dados usados no lançamento no Portal Carioca Digital. A própria Prefeitura disponibiliza PGV/Lei 6.250/2017 em anexo público. Use esses canais para simular seu imóvel na Rua Marquês de São Vicente e entender o impacto no orçamento anual.
Seguros: o que entra (e o que não entra)
Seguro do condomínio (obrigatório): protege a edificação (incêndio/destruição). Base legal no Código Civil.
Seguro residencial (opcional, do seu apartamento): formato “compreensivo”, com coberturas combináveis (ex.: incêndio, raio, explosão; adicionais para roubo, danos elétricos, RC familiar, assistências). A SUSEP explica as coberturas e boas práticas de contratação.
Manutenção e mobília: preserve desempenho e valor
A manutenção preventiva e os manuais de uso/operação são previstos pela ABNT NBR 5674 (gestão de manutenção de edificações). O programa orienta inspeções, registros e periodicidade, garantindo segurança e funcionalidade e evitando custos corretivos maiores. Inclua mobília, marcenaria, iluminação e climatização no seu CAPEX pós-chaves e preveja revisões periódicas (selagens, hidráulica, pintura).
Tabela-guia — Custo recorrente por item (use como checklist)
Item
O que considerar
Observações oficiais
Condomínio
Serviços, operação do rooftop/lazer, seguros, contratos
Bairros da ZS têm m² condominial entre os mais altos do país (contexto).
IPTU
VUP do logradouro (PGV), área/uso, parâmetros municipais
Consulte VUP/PGV e dados do lançamento no Carioca Digital.
Quer organizar tudo em números e prazos? Receba nossa planilha de custos de posse para personalizar condomínio, IPTU, seguros e manutenção conforme sua unidade e perfil.
Na próxima etapa, vamos transformar essa visão de despesas em tese de retorno: entender por que o corredor PUC-Rio é líquido e como os gatilhos de valorização e revenda podem jogar a seu favor na Rua Marquês de São Vicente.
Valorização e revenda: por que o corredor PUC-Rio é líquido
A Rua Marquês de São Vicente concentra um “efeito âncora” raro na Zona Sul: a PUC-Rio está no nº 225, gerando fluxo contínuo de estudantes, docentes e serviços qualificados — um motor natural de procura, ocupação e liquidez para quem compra para morar ou investir.
— O que sustenta a liquidez neste eixo
Instituição-âncora: universidades criam polos de consumo, moradia e serviços; a literatura aponta impactos econômicos locais mensuráveis quando há presença ou expansão de campi.
Mobilidade em melhoria contínua: intervenções recentes da Prefeitura na própria Marquês de São Vicente (nova rotatória) aumentaram a fluidez do trânsito — ganho de tempo que se converte em atratividade cotidiana.
Escassez na Zona Sul: com poucos terrenos livres, a região recorre a retrofit e projetos cirúrgicos — quadro que sustenta valores e dificulta “oferta sobrando”.
Preço por m² acima da média: índices de mercado mostram que os bairros mais caros do Rio se concentram na Zona Sul, reforçando a tese de manutenção de patamar de valor.
— Gatilhos de valorização (mapa mental rápido)
Endereço-âncora (PUC-Rio) → demanda estável e base de locatários qualificados.
Conectividade local (eixo Gávea–Lagoa–Leblon; ajustes viários recentes) → menor custo de deslocamento.
Escassez de terrenos + retrofit → pressão altista em ativos novos bem localizados.
Pacote de amenidades (rooftop, wellness, áreas gourmet) → diferenciação e disputa por m² premium. (Tendência setorial consolidada em residenciais de alto padrão.)
— Estratégia de saída (revenda) e hold period
Entrada correta: escolha tipologias com maior base de demanda (compactos estratégicos ou plantas com liquidez) e posição valorizável. (Baseie-se em histórico de busca da região e no apelo do eixo PUC-Rio.)
Valorização operada: some intervenções urbanas (ex.: rotatória concluída) ao cronograma da obra para mapear picos de visibilidade.
Janela de revenda: avalie sair próximo às chaves (ganho de obra + hype de entrega) ou após 12–24 meses de uso, quando o condomínio estabiliza custos e a vizinhança absorve o novo estoque. (Use séries do FipeZAP para balizar o ciclo geral de preços).
— Perguntas que destravam decisão
“A proximidade da universidade realmente pesa na revenda?” Sim. Estudos e reportagens indicam que polos universitários aumentam demanda habitacional e dinamizam o entorno — base racional para liquidez e rendimentos de locação. “Obras viárias pontuais fazem diferença?” Fazem: melhorar fluidez local reduz fricção diária — argumento concreto em visitas e anúncios de revenda.
Quer comparar com precisão? Peça o dossiê de comparáveis (Gávea/Zona Sul) para ver cases por tipologia, posição e pacote de amenidades — o passo seguinte antes de avançar para Erros comuns ao comparar m² e evitar armadilhas na análise de valor.
Erros comuns ao comparar m² (e como não cair em armadilhas)
Em lançamentos na Rua Marquês de São Vicente (Gávea), decidir só pelo “m² mais barato” costuma ser uma cilada. O preço por m² precisa ser lido junto de o que esse m² entrega: idade da torre, desempenho das instalações, lazer (ex.: rooftop), desenho de planta e custos condominiais ao longo do tempo. Dois apartamentos com o mesmo m² podem ter valores de condomínio e necessidades de manutenção radicalmente diferentes — e isso pesa no bolso e na revenda. Reportagens e guias mostram que a taxa condominial reflete a soma de serviços, manutenção e pessoal, e tende a subir em edifícios com maior demanda de conservação.
Área privativa x comum: onde mora a confusão
A base legal do condomínio edilício deixa claro que há partes exclusivas (a sua unidade) e partes comuns (uso de todos), indissociáveis da sua fração ideal. Ou seja: toda unidade traz, “como parte inseparável”, uma fração ideal do terreno e das coisas comuns — e isso integra o seu direito de propriedade e rateios. Na prática, comparar m² exige checar qual área está sendo usada no anúncio (privativa/“útil” da unidade x total com áreas comuns). A leitura correta evita superestimar “m² barato” que esconde um condomínio elevado por áreas comuns custosas de operar (piscina, equipamentos, fachadas extensas).
Idade do edifício x custo do condomínio
Edifícios mais antigos tendem a demandar manutenção mais intensa (elevadores, tubulações, fachadas), pressionando a taxa condominial e reduzindo atratividade frente a produtos novos com lazer atual e plantas eficientes. Matérias e orientações de conselhos profissionais destacam que contratos de conservação de elevadores e reparos recorrentes ditam o orçamento do prédio. A gestão de manutenção também influencia o seu custo futuro: a NBR 5674 estabelece requisitos para manter o desempenho do edifício ao longo da vida útil — um condomínio que segue programas preventivos tende a evitar “picos” de gastos e rateios inesperados.
Checklist de verificação (use antes de comparar preços)
Qual área está no anúncio? Confirmar área privativa da unidade e diferenciar de áreas comuns.
Quanto custa operar as áreas comuns? Perguntar por previsão orçamentária e contratos de serviços.
Qual o plano de manutenção? Solicitar evidências de manutenção preventiva (elevadores, fachadas, sistemas) conforme NBR 5674.
Idade da torre e reformas recentes: Troca de elevadores, retrofit de prumadas e impermeabilizações impactam a taxa condominial.
Frações ideais e rateios: Entender como a fração ideal da unidade participa das despesas e decisões condominiais.
Perguntas que limpam a análise (embutidas na visita)
“O m² anunciado considera área privativa?”, “Quais contratos pesam no condomínio (portaria, elevadores, limpeza)?”, “Há plano de manutenção preventiva ativo conforme norma?” — respostas objetivas a essas perguntas equilibram o comparativo entre o “m² barato” e o custo total de posse.
Pronto para comparar com segurança? Baixe nosso checklist de vistorias e áreas e leve para a próxima visita. Na sequência, seguimos para Checklist de documentos financeiros (CRI/CCB, minutas e índices) — o passo que blindará sua negociação na Marquês de São Vicente.
Checklist de documentos financeiros (CRI/CCB, minutas e índices)
Entrar no corredor PUC-Rio com segurança passa por conferir, antes da proposta, quais papéis sustentam a operação e como os índices corrigem valores até as chaves. Abaixo, você tem o roteiro prático para blindar a compra de “Quanto custa morar no Lançamento da Performance na Marquês de São Vicente Gávea em 2025”.
— O essencial que não pode faltar
CCB — Cédula de Crédito Bancário: título que formaliza a operação de crédito habitacional. Foi criada pela Lei 10.931/2004 e estabelece promessa de pagamento com força executiva. Confira partes, garantias, indexador e anexos.
Patrimônio de Afetação: separa terreno + obra + receitas do incorporador, protegendo o fluxo da incorporação. A Lei 10.931/2004 institui regime especial e acrescenta dispositivos à Lei 4.591/64 (arts. 31-A a 31-F) sobre constituição via averbação no Registro de Imóveis.
CRI (quando houver): se a operação envolver securitização dos recebíveis, verifique a documentação do lastro e os termos da oferta conforme CVM (Res. 60/2021) — governança da securitizadora e informações ao investidor.
Garantias e Alienação Fiduciária: contratos de financiamento habitacional costumam usar a Lei 9.514/1997, que rege o SFI e a alienação fiduciária de imóvel. Revise cláusulas de vencimento, retomada e leilões.
Índices de correção: em obra, normalmente INCC/FGV; após chaves/na operação de crédito, pode haver IPCA/IBGE ou prefixado, conforme o produto. Valide em contrato e planilhas.
CET (Custo Efetivo Total): obrigatório em propostas de crédito; consolida juros + tarifas + seguros + tributos. Compare sempre CET ao mês e ao ano (Res. CMN 4.881/2020).
— Tabela de conferência (use antes de assinar)
Documento/Índice
Onde aparece
Por que importa
CCB
Dossiê bancário / instrumento de crédito
Define dívida, prazo, garantias e indexador (Lei 10.931).
Patrimônio de Afetação
Matrícula/averbação no RI
Segrega ativos da obra; aumenta segurança do fluxo da incorporação.
CRI (se houver)
Termos da securitizadora / lâmina
Transparência do lastro e governança (Res. CVM 60).
Alienação fiduciária
Cláusulas do contrato
Regras de garantia, inadimplência e leilões (Lei 9.514).
INCC (obra)
Quadro-resumo / cláusulas de reajuste
Atualiza parcelas da fase de obra; verifique periodicidade.
IPCA/índice pós-chaves
Proposta bancária / contrato
Define o reajuste do saldo/parcelas no crédito.
CET
Proposta comparativa
Número-chave para comparar custo total do financiamento.
— Minutas e multas: pontos de atenção
Quadro-resumo: identifique preço base, cronograma (ato→obra→chaves), índices e condições de mora.
Cláusula penal: leia prazos, eventos de atraso e percentuais; confronte com o plano de pagamentos e o regime de atualização.
Anexos técnicos: plantas, memorial descritivo, padrão de acabamento — a base para vistoria e aceite.
— Perguntas certeiras
“Como sei se há patrimônio de afetação?” Consulte a matrícula da incorporação no Registro de Imóveis e verifique a averbação prevista na Lei 10.931. “O que valida o indexador da obra?” O INCC/FGV é o índice setorial de custos da construção habitacional; confirme a periodicidade e a data-base de reajuste. “Quem obriga a exibir o CET?” A Res. CMN 4.881/2020 exige a apresentação do CET antes da contratação.
Pronto para avançar com segurança? Solicite revisão gratuita de riscos (lista de conferência) — eu retorno com o “ok” jurídico-financeiro alinhado à sua unidade. No próximo bloco, veremos quando comprar e como lotes, virada de fase e campanhas criam janelas de oportunidade na Marquês de São Vicente.
Quando comprar: lotes, virada de fase e campanhas (janela de oportunidade)
Comprar no eixo Rua Marquês de São Vicente — PUC-Rio (Zona Sul) é, além de decisão de moradia, um jogo de timing. Em lançamentos da cidade, há casos de esgotamento em horas, o que exige agilidade e estratégia para capturar preço e tipologia desejados. Em 2024, a ADEMI-RJ registrou empreendimentos com 90%+ das unidades vendidas logo após o lançamento, reforçando como “entrar cedo” pode ser decisivo em corredores de oferta escassa como a Gávea.
— Entenda as fases que movem o preço
Pré-lançamento / Lista de interesse: sondagem de demanda e aquecimento. Reservas de unidade são possíveis em moldes específicos (sem “alienação ou oneração”), com base na Lei 14.382/2022 que alterou a Lei 4.591/64; decisões recentes (TJSC) admitiram termo de reserva antes do registro, desde que sem efeitos de venda. Avalie riscos e prazos.
Lançamento (1º lote): abertura oficial com registro de incorporação; aqui nascem as melhores combinações de preço x posição (andares/visuais). A Lei 4.591/64 exige o registro para comercialização regular.
Obra: avanço físico + INCC/FGV corrigindo parcelas da fase; a cada “virada de fase” (fundação, estrutura, fachadas), é comum ajustes de tabela conforme velocidade de vendas e avanço do canteiro. Use marcos de obra como gatilhos de negociação.
Chaves/Habite-se: ingresso de IPTU, condomínio e financiamento final; quem deixa para essa etapa encontra menor oferta de plantas “campeãs”.
— Lotes-reserva, ondas de venda e como agir
Lotes-reserva: incorporadoras podem reter unidades estratégicas para calibrar oferta entre ondas; peça histórico de viradas e acompanhe comunicação oficial (quais stacks liberam em cada etapa). Evidência setorial: autorizada reserva sem alienação antes do registro; após o registro, vale a tabela oficial.
Sinais de janela
Registro publicado + abertura de estande (hora H).
Velocidade de vendas acima da média (alerta de rarefação — casos de esgotamento rápido no Rio).
Campanhas sazonais (ex.: feirões/ações de crédito). Observação: a própria CAIXA informa que as condições de financiamento do Feirão são as mesmas das agências — avalie o ruído promocional, não só o “selo campanha”.
— Fluxo prático (pré-lançamento → lançamento → obra → chaves)
Pré-lançamento: entre na lista de interesse e solicite documentos-chave (nº do registro, minuta de quadro-resumo).
Lançamento (1ª onda): compare linhas de preço por pilha/andar e segure unidade-alvo com prazos definidos.
Obra (viradas): monitore marcos de evolução; reabra conversa se surgir liberação de lote ou campanha de giro (sem perder de vista o INCC).
Chaves: alinhe financiamento e custos pós-chaves (condomínio/IPTU) antes da vistoria final.
— Perguntas certas que destravam negociações
“Quando a próxima virada de fase pode mudar a tabela?” — peça cronograma físico e relatório de vendas do mês.
“Há lote-reserva a liberar para meu stack?” — solicite janela provável e condições equivalentes.
“Essa campanha altera juros?” — verifique no banco; Feirão não muda regras de financiamento por si só.
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Quais são os tipos de imóveis disponíveis no Performance na Marquês de São Vicente Gávea?
Unidades compactas e familiares com lazer de alto padrão (rooftop, wellness, gourmet); tipologias e metragens serão divulgadas na tabela oficial.
Onde está localizado o Performance na Marquês de São Vicente Gávea?
Rua Marquês de São Vicente, Gávea (Zona Sul do Rio), a poucos passos da PUC-Rio (nº 225), com fácil acesso a serviços, cultura e mobilidade.
Quais são os preços aproximados das unidades do Performance na Marquês de São Vicente Gávea?
Faixa de entrada estimada para compactos a partir de nov/2025; valores variam por andar/posição e podem ser corrigidos por INCC na obra — consulte a tabela vigente.
Quem é a construtora responsável pelo Performance na Marquês de São Vicente Gávea?
Responsável: Performance (lançamento da marca); os dados completos da incorporadora constarão no registro de incorporação.
Quando será a entrega do Performance na Marquês de São Vicente Gávea?
O cronograma de entrega será confirmado no registro/quadro-resumo; acompanhe as viradas de fase (fundação, estrutura, fachadas) para a data oficial.
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