Guia de comparação de plantas na Gávea como escolher entre Studios e 2 Quartos na Marquês de São Vicente
Gávea RJGávea RJ
Guia de comparação de plantas na Gávea: como escolher entre studios e 2 quartos na Marquês de São Vicente
Há ruas que definem um estilo de vida. A Rua Marquês de São Vicente, na Gávea, é uma delas: eixo verde, cultural e universitário onde o cotidiano flui entre cafés, trilhas e a energia da PUC-Rio, instalada no nº 225 — um marco que explica a demanda constante por studios e 2 quartos em todo o corredor.
Este conteúdo nasce para ser seu mapa de decisão. Se o seu objetivo é morar com praticidade ou investir com liquidez perto da universidade, o “Guia de comparação de plantas na Gávea como escolher entre studios e 2 Quartos na Marquês de São Vicente” organiza, de forma objetiva, tudo o que pesa na escolha: metragem, varanda/garden/cobertura, preço por m², taxa condominial, amenidades (como rooftop e academia), vacância estimada e regras de locação. Na mesma via, dois endereços merecem atenção pelo potencial e pelo momento: Rua Marquês de São Vicente 99 e Rua Marquês de São Vicente 208 — polos com materiais públicos recentes e sinalizações de produto compacto voltado à Zona Sul.
O que você vai encontrar aqui, sem rodeios:
Comparativo por número do endereço (99 x 208): áreas úteis por tipologia, presença de varanda e vagas, além do panorama de lazer do condomínio. (Quando algum dado não estiver oficializado em memorial descritivo, apresentaremos faixas estimadas com a fonte indicada.)
Fluxo do morador: como a circulação, a marcenaria inteligente e a iluminação natural transformam m² em conforto real no dia a dia.
Plantas para renda perto da PUC-Rio: leitura de ticket, vacância (proxy) e sazonalidade acadêmica para studios e 2 quartos na Gávea.
Acabamentos que elevam valor percebido: pé-direito, caixilharia, esquadrias e soluções que reduzem ruído e manutenção.
Custos invisíveis de reforma e marcenaria por ambiente, com estimativas por m².
Condomínio e lazer: como rooftop e academia impactam CAPEX e OPEX — e por que podem acelerar absorção e valorização.
Regras de locação (curta/média temporada) na região e documentos essenciais (quadro de áreas, minuta de convenção, memorial descritivo) para bater o martelo com segurança.
Para quem é este guia?
Quem deseja morar na Gávea com mobilidade e serviços a pé.
Quem busca investir em uma localização com procura recorrente por parte de alunos, professores e profissionais ligados ao campus.
Pergunta que mais recebo: “Qual planta rende mais perto da PUC-Rio: studio mobiliado ou 2 quartos versátil?” A resposta depende do seu perfil, mas você sairá deste material com uma matriz de escolha clara — pontuando preço por m², OPEX do condomínio, liquidez de locação, conforto e eventuais regras condominiais.
Dica de ouro antes de avançar: tenha em mãos os números 99 e 208. Ao longo das próximas seções, você verá como a posição no corredor, as tipologias e os equipamentos de lazer criam narrativas diferentes para morar x investir — e como isso se traduz em retorno, comodidade e valor futuro. Se quiser começar com vantagem, solicite a pré-tabela comparativa 99 x 208 e acompanhe as próximas seções com seus critérios personalizados.
Como o layout impacta o dia a dia na Marquês de São Vicente (studios vs 2Q)
O fluxo do morador decide se cada metro quadrado trabalha a seu favor. Em studios, a regra é eliminar barreiras entre porta → cozinha → estar → suíte/banho, cuidando para que a marcenaria não invada a circulação. Em 2 quartos, o foco é separar rotas “social” e “íntima”, mantendo passagens claras e evitando “corredores de desperdício”. A boa circulação também conversa com acústica e iluminação natural: esquadrias e aberturas bem dimensionadas reduzem ruído de tráfego do corredor da Rua Marquês de São Vicente e potencializam conforto visual. A ABNT NBR 15575 define critérios de desempenho (acústico, térmico e lumínico) e classes mínimo/intermediário/superior que orientam o resultado percebido no uso diário.
Circulação que funciona
Rotas diretas e sem “gargalos”: alinhar portas e mobiliário para não estrangular passagens entre cozinha e estar — especialmente em studios. Áreas de aproximação de portas previstas na NBR 9050 ajudam a evitar choques e melhoram a manobrabilidade (mesmo quando o projeto não é de acessibilidade plena).
Corredores úteis: sempre que possível, corredores “viram” estantes rasas, nichos ou painéis; quando isso não couber, encurte-os e devolva a metragem aos ambientes sociais. (Princípio de projeto; sem métrica normativa específica.)
Marcenaria que libera m²
Profundidades vencedoras (prática de mercado): gabinetes inferiores entre 55–60 cm para acomodar cuba/cooktop, aéreos entre 30–40 cm para não “pesar” sobre a bancada; manter a linha de aéreos recuada melhora ergonomia. Em roupeiros, ~60 cm costuma acomodar cabides perpendiculares. Ajustes finos dependem de eletros e ferragens.
Zonas inteligentes: module em “preparo → cocção → limpeza” e garanta vãos de abertura das portas sem invadir a circulação. (Boa prática consolidada em cursos de marcenaria; ver oferta SENAI para referência de dimensionamento.)
Pergunta frequente: qual profundidade otimiza armários em studios muito compactos? → Priorize 55–60 cm nos inferiores e 35 cm nos aéreos, ajustando alturas para eletros embutidos e coifa.
Iluminação natural que valoriza a planta
Aberturas e esquadrias: além do conforto visual, boas janelas (com vidro e vedação adequados) mitigam ruído de rua e elevam o padrão percebido. A NBR 15575 trata o desempenho lumínico e acústico de habitações, e há literatura técnica nacional discutindo métricas como daylight autonomy no contexto da norma.
Como evitar bloquear a luz: mantenha aéreos fora do campo direto da janela, use portas de correr/vidro entre estar e quarto para compartilhar iluminação, e prefira acabamentos claros nas superfícies de reflexão (teto/parede oposta à janela). (Diretrizes de projeto; sem números normativos.)
Mini–HowTo (aplique já)
Desenhe a rota porta → cozinha → estar → suíte e marque obstáculos.
Module a cozinha com 55–60 cm (inferiores) e 30–40 cm (aéreos).
Posicione a cama sem bloquear passagem entre guarda-roupa e janela.
Revise esquadrias visando luz natural + vedação acústica compatível com o corredor viário.
Quer um checklist pronto por tipologia (studio, 1Q, 2Q) para a Marquês de São Vicente? Solicite agora e receba o roteiro de circulação, marcenaria e luz para validar cada planta antes da visita.
Renda na Gávea: studios ou 2 quartos performam melhor perto da PUC-Rio?
Quando o objetivo é rendimento, proximidade da PUC-Rio cria uma demanda quase inelástica por unidades compactas ao longo da Rua Marquês de São Vicente (99 e 208), com picos de procura nos inícios de semestre (fev./mar. e ago.), quando ocorrem matrículas e ajustes acadêmicos. Esses ciclos ajudam a reduzir vacância quando o imóvel está pronto e bem apresentado para a virada do período letivo.
No panorama de preços, Rio de Janeiro registra ~R$ 50,16/m² de aluguel médio (jan/2025). Como proxy para tipologias, o m² de 1 dormitório é o mais valorizado do país (média amostral R$ 62,83/m²), e a rentabilidade bruta por tipologia tende a ser maior em imóveis de 1 quarto (~6,58% a.a.) do que em plantas maiores. Para a capital fluminense, a rentabilidade média está em ~5,66% a.a. — referência útil para calibrar expectativas em studios/1Q na Gávea, que normalmente capturam prêmios de localização por estar “porta a porta” com o campus. (Usar como estimativa e ajustar pelo micro-mercado local.)
Além da renda do aluguel, estudos recentes mostram retornos totais (aluguel + valorização) elevados em 2024/2025 nas principais capitais, reforçando o apelo do ativo residencial para quem busca equilíbrio entre fluxo de caixa e proteção patrimonial.
Tipologia → Perfil → Ticket esperado (estim.)
Studio mobiliado (Marquês 99/208): aluno que prioriza caminhar até a PUC e quer contrato ágil; costuma aceitar m² mais caro e “pronto para morar”, reduzindo vacância entre semestres. Estimativa baseada em padrão nacional de m² mais alto em 1 dormitório.
1 quarto mobiliado: aluno/professor com rotina híbrida; combina m² valorizado com permanências de 12+ meses, suavizando trocas na virada do período.
2 quartos (com varanda): duo de alunos dividindo despesas ou jovem casal; ticket absoluto maior, porém m² tende a diluir. Em contrapartida, rotatividade menor e espaço para home office elevam atratividade em contratos médios.
é melhor 1Q mobiliado ou 2Q sem mobília perto da PUC-Rio? — Para maximizar liquidez, 1Q mobiliado e studios equipados costumam acelerar a ocupação em janelas de semestre. Para estabilidade e tíquete maior, 2Q bem planejado (boa marcenaria, iluminação e varanda funcional) tende a reter por prazos mais longos.
Stay curto x médio prazo e custo da vacância
Curto/médio prazo perto da universidade deve respeitar convenções; quando permitido, ajuda a ocupar lacunas entre semestres.
Vacância custa caro: estudos recentes estimam perda mensal relevante por imóvel vazio — argumento para manter o produto mobiliado, fotografado e pronto antes da virada acadêmica.
Movimento recomendado agora Solicite a planilha de precificação por tipologia (studio, 1Q, 2Q) com parâmetros de m², período letivo, mobilização de mobília e projeção de vacância ajustada ao corredor Marquês de São Vicente (99 x 208). Na sequência, vamos elevar o padrão percebido da sua unidade com acabamentos que encantam e aumentam a taxa de ocupação.
Pé-direito, esquadrias e caixilharia: o que mais valoriza a experiência
Em um eixo urbano como a Rua Marquês de São Vicente (Gávea), o acabamento certo transforma a percepção de espaço e reduz atritos do dia a dia. Pé-direito, esquadrias e caixilharia são os três vetores que mais pesam na experiência — e na preferência de quem compara studios e 2 quartos nos nº 99 e 208.
Pé-direito: amplitude, luz e conforto
Ambientes com pé-direito mais generoso ampliam a sensação de espaço, melhoram a ventilação e potencializam a iluminação natural, atributos valorizados em áreas sociais e varandas. Para residências, faixas usuais de projeto ficam entre ~2,5 m e 3 m, com ganhos estéticos e de conforto em áreas de convivência.
Esquadrias e caixilharia: desempenho real, menos ruído
Na Gávea, o ruído de tráfego do corredor pede atenção à vedação e ao tipo de vidro. A ABNT NBR 15575 (2024) estabelece requisitos de desempenho acústico para sistemas da edificação, com níveis mínimo, intermediário e superior; fachadas e coberturas devem atenuar ruídos externos e impactos de uso coletivo (como rooftop), elevando o conforto do morador. Para escolher janelas e caixilhos, a ABNT NBR 10821 orienta critérios de desempenho para esquadrias externas (acústico, térmico, estanqueidade e operação), servindo de referência técnica na especificação e instalação.
Vidros: qual composição agrega mais valor?
Como regra prática, laminados e insulados performam melhor que monolíticos em isolamento acústico. Guias setoriais apresentam curvas comparativas (dB) por composição, mostrando o ganho de atenuação conforme espessura, intercalares especiais (PVB acústico) e câmara de ar. Em corredores urbanos, essa decisão influencia diretamente a qualidade do silêncio e a percepção premium do apartamento.
Varanda útil vs. decorativa
Varanda só agrega quando é usável: passagem livre, pontos de tomada/iluminação, guarda-corpo compatível com mobiliário leve e proteção solar planejada. O fechamento deve respeitar normas e manuais do condomínio; quando bem resolvido, vira extensão do estar e melhora a leitura de m². (Valide sempre no memorial descritivo e na convenção.)
Fechamentos e ruído de tráfego
Se o projeto prevê cobertura/rooftop de uso coletivo, o pacote construtivo precisa lidar com ruído aéreo e de impacto para não “vazar” som para as unidades. A NBR 15575-5 trata esses limites e níveis de desempenho, úteis para balizar expectativas de conforto nas áreas sob lajes de lazer.
Tabela rápida — item → impacto → manutenção
Item
Impacto direto no uso
Manutenção
Pé-direito
Sensação de amplitude, melhor distribuição de luz e ar
Baixa; atenção a luminárias/limpeza em alturas maiores.
Esquadrias (NBR 10821)
Vedação a ar/água, conforto térmico e acústico
Média; revisão de ferragens/vedações periódicas.
Vidro laminado/insulado
Maior isolamento acústico e segurança
Média; limpeza e checagem de borrachas/selantes.
Rooftop bem isolado (NBR 15575)
Reduz ruído/impacto para unidades abaixo
Média/alta; inspeção de juntas, pisos flutuantes.
Movimento recomendado agora Peça o checklist de acabamento prioritário para a Marquês de São Vicente (99 x 208): pé-direito, tipologia de esquadrias, composição de vidros e pontos de varanda que mais influenciam conforto e revenda. Na sequência, vamos mapear os custos invisíveis de reforma e marcenaria para fechar o orçamento com segurança.
Quanto custa equipar um studio/2Q na Gávea (estimativas por m²)
Equipar studios e 2 quartos na Rua Marquês de São Vicente (Gávea) exige visão de CAPEX de marcenaria e escolhas que ampliem uso diário sem estourar o orçamento. Como referência de mercado, o m² planejado costuma variar de ~R$ 900 a R$ 1.500/m² em projetos padrão; em especificações superiores (mais complexas, laca e ferragens premium), a faixa pode escalar para ~R$ 2.000–4.000/m². Trate esses números como estimativa e sempre valide com orçamentos locais.
Onde o dinheiro “desaparece” (e como controlar)
Materiais do painel: MDF facilita acabamento e usinagem; MDP é eficiente em peças planas e estruturais. A escolha impacta custo e durabilidade por ambiente (cozinha/banho pedem atenção à umidade).
Acabamento: laca entrega brilho e uniformidade, mas adiciona camadas de pintura e polimento — custo sobe versus BP/laminado.
Ferragens: corrediças telescópicas, dobradiças com amortecimento e sistemas de portas de correr elevam o ticket, porém aumentam vida útil e percepção premium.
Exemplo prático — armário de cozinha para studio (estimativa)
Dimensione o m² útil (frentes + laterais): suponha 3 m².
Aplique a faixa-base: 3 m² × R$ 1.200/m² ≈ R$ 3.600 (projeto simples em MDF BP + ferragens padrão).
Upgrades opcionais: acréscimos por laca, vidros, perfis e ferragens de melhor performance podem levar o custo para R$ 5–8 mil nesse mesmo módulo, dependendo de marca e complexidade.
Tabela rápida — ambiente → base → upgrade (estim.)
Ambiente na Marquês de São Vicente
Base (MDF/MDP BP, ferragens padrão)
Upgrade (laca/vidro, ferragens premium)
Cozinha compacta (studio)
R$ 1.000–1.500/m²
R$ 2.000–3.500/m²
Quarto (roupeiro 2 portas)
R$ 900–1.400/m²
R$ 2.000–3.000/m²
Home office (2Q)
R$ 900–1.300/m²
R$ 1.800–2.800/m²
Banho (gabinete + espelho)
R$ 1.000–1.600/m²
R$ 2.200–3.200/m²
Decisões de especificação (check rápido)
MDF x MDP: use MDF onde há recortes/usos curvos e MDP em painéis planos/estruturais; em áreas úmidas, priorize versões específicas e tratamento adequado.
Laca: adota-se pela estética e acabamento, sabendo que eleva custo e manutenção; avalie onde realmente agrega valor.
Ferragens: corrediças com soft-close e sistemas de correr entregam conforto e reduzem manutenção — especialmente em studios com uso intenso de armazenamento.
Pergunta recorrente (longtail): Quanto investir no armário da cozinha de um studio perto da PUC?
Para liquidez de locação, foque na linha base bem executada (bancada funcional, módulos profundos corretos, ferragens confiáveis) e adicione 1–2 upgrades visuais (frentes em acabamento superior ou vidro), evitando ultrapassar o teto do público-alvo. Use a faixa ~R$ 1.200/m² como ponto de partida e ajuste por complexidade.
Peça um orçamento-guia por ambiente com as medidas do seu studio ou 2 quartos na Marquês de São Vicente: eu retorno com um cenário base x upgrade alinhado ao seu perfil de uso e à estratégia de renda. A seguir, vamos avaliar condomínio e lazer para projetar OPEX do ativo.
Rooftop e academia: quando a taxa sobe — e o ativo valoriza
No corredor da Rua Marquês de São Vicente (Gávea), amenities como rooftop com vista, academia e áreas molhadas ajudam a atrair demanda — mas entram na conta do condomínio. A boa decisão equilibra CAPEX (obras/melhorias) e OPEX (rotina de manutenção), mirando ocupação mais rápida e valorização futura.
O que compõe a taxa condominial
De modo geral, a cota mensal rateia despesas com pessoal/portaria/limpeza, manutenção de elevadores e áreas comuns, contratos de conservação, água/energia das áreas comuns, seguros e administração. Estudos do setor indicam que pessoal costuma ser o maior peso, seguido por utilidades e contratos; itens de lazer representam uma fração menor do total, embora existam variações por prédio.
Como rooftop e academia afetam o OPEX (estimativas de mercado)
Piscina: manutenção química/limpeza/energia e inspeções elevam o custo. Em São Paulo, análise de mercado citada por entidades do setor estimou acréscimo médio de ~R$ 245/mês na taxa em prédios com piscina; os valores variam por escala e número de unidades. (Estimativa; ajustar ao caso local.)
Academia: limpeza, reposição de equipamentos e, quando o condomínio opta por profissional dedicado, há impacto adicional; simulações setoriais apontam efeito médio de ~16% na cota em cenários com contratação de professor, dependendo da folha e do orçamento-base. (Estimativa; decisão assemblear.)
Rooftop: exige cuidados com impermeabilização, acústica e segurança, mas oferece lazer coletivo com vista, um diferencial especialmente valorizado na Zona Sul. Conteúdos técnicos e de mercado apontam que áreas de lazer no topo podem elevar a atratividade e o valor percebido do m².
CAPEX x OPEX e “taxa extra”
CAPEX: grandes melhorias (ex.: equipar um novo espaço) dependem de quórum de assembleia: obras voluptuárias exigem 2/3 dos condôminos; úteis, maioria; necessárias podem ser autorizadas pelo síndico em urgência, com ciência à assembleia.
Rateio especial: quando a convenção não prevê recursos suficientes, a assembleia pode aprovar contribuição extraordinária (“taxa extra”). Decisões sem o quórum correto podem ser anuladas judicialmente.
Fundo de reserva: normalmente previsto na convenção (muitas adotam faixa 5–10% da arrecadação) para emergências e obras não programadas.
Quadro rápido — amenidade → custo → benefício
Piscina → insumos, energia, limpeza (OPEX) → eleva padrão e apelo de lazer. (Estimativa de acréscimo médio disponível em estudos de mercado.)
Academia → limpeza, reposições; opcionalmente, profissional (OPEX) → conveniência diária e fitness no prédio.
Rooftop → manutenção de cobertura/impermeabilização e rotinas (OPEX) → diferencial de vista e convivência, com potencial de valorização do m².
Por que isso importa na Gávea
Na Marquês de São Vicente, onde há público recorrente da PUC-Rio, amenities bem planejadas podem reduzir vacância e acelerar absorção. O custo mensal sobe, mas o ativo tende a se destacar na busca por studios e 2 quartos com lazer de alto apelo.
Quer ver como isso impacta o seu bolso? Simule o seu OPEX anual por tipologia (studio, 1Q, 2Q), com cenários com/sem rooftop e academia — eu envio uma planilha com parâmetros prontos para a Marquês de São Vicente.
Aluguel por temporada na Gávea: o que diz a lei e a convenção
Perto da PUC-Rio, é natural pensar em curta e média temporada para maximizar ocupação de studios e 2 quartos na Rua Marquês de São Vicente (99 e 208). Antes de publicar o anúncio, porém, duas peças mandam no jogo: a Lei do Inquilinato e a convenção do condomínio.
O que a lei permite (regra dos 90 dias)
A Lei 8.245/1991 define locação por temporada como aquela destinada à residência temporária (lazer, cursos, tratamento etc.), com prazo máximo de 90 dias, com ou sem mobília. Esse é o parâmetro legal de base para quem pretende alugar por períodos curtos.
O que o condomínio pode restringir
O STJ consolidou entendimento de que condomínios residenciais podem limitar ou impedir a locação por plataformas quando a convenção destina as unidades exclusivamente à moradia e veda uso hoteleiro/rotativo. A decisão da Quarta Turma (2021) e o panorama atualizado (2025) reforçam: vale o que estiver na convenção; sem proibição expressa, a prática tende a ser admitida como locação residencial por temporada.
Assembleia, quórum e mudança de regra
Se o seu prédio ainda não trata do tema ou deseja ajustar a convenção, a alteração exige 2/3 dos votos dos condôminos — regra expressa após a Lei 14.405/2022, que atualizou o art. 1.351 do Código Civil. Em síntese: mudou a convenção, muda o jogo.
Locação × hospedagem: por que a distinção importa
Quando a oferta inclui serviços típicos de hotelaria (limpeza, enxoval, recepção), o condomínio pode caracterizar hospedagem, destoando da destinação residencial e abrindo espaço para restrição pela convenção. O STJ tem reiterado essa linha ao analisar casos envolvendo plataformas digitais.
Boas práticas para evitar dor de cabeça
Leia a convenção e as atas: verifique cláusulas sobre temporada, cadastro de ocupantes e uso de áreas comuns.
Contrato claro: inclua prazo (até 90 dias), responsabilidades, regras de silêncio e multas internas em caso de infração.
House rules simples: check-in/checkout, lixo, circulação em rooftop/academia e horário de silêncio, sempre alinhados ao regulamento interno.
Perguntas que mais recebo (em formato de busca)
Pode Airbnb na Gávea se a convenção não proíbe? → Tende a ser permitido como locação por temporada, desde que a destinação residencial seja respeitada. Confirme no seu condomínio.
Precisa de autorização prévia da assembleia para cada locação curta? → Não, se a convenção já autoriza ou não proíbe. Alterações de regra exigem 2/3 dos votos.
Quanto tempo posso anunciar? → Até 90 dias por contrato (Lei do Inquilinato).
Miniquadro — “o que olhar antes de anunciar”
Convenção/Regulamento → existe vedação ou limitação? (ex.: cadastro prévio, mínimo de diárias).
Contrato → usar temporada (até 90 dias), sem serviços de hotelaria.
Convivência → regras de uso de rooftop/academia e silêncio.
Quer fazer certo desde o primeiro anúncio? Peça o checklist de conformidade de locação: eu envio um passo a passo para validar convenção, contrato e house rules nos empreendimentos da Marquês de São Vicente (99 x 208) — pronto para você publicar com segurança.
Memorial descritivo, quadro de áreas e minuta: o trio que define a compra
Para decidir entre studios e 2 quartos na Rua Marquês de São Vicente (99 x 208), três documentos blindam sua escolha: memorial descritivo, quadros da NBR 12.721 (quadro de áreas) e minuta da convenção de condomínio. Eles são a espinha dorsal do registro de incorporação exigido no art. 32 da Lei 4.591/64 — sem esse pacote, não há negociação segura.
O que cada documento entrega (e por que importa)
Memorial descritivo: especifica materiais, esquadrias, caixilharia, acabamentos, louças, metais e padrões de execução. A própria lei manda adotar modelo de memorial definido pela ABNT, integrando o kit de registro. Resultado: você sabe o que será entregue e em qual padrão.
Quadros da NBR 12.721 (quadro de áreas): padronizam área privativa, áreas comuns, vagas, e a discriminação por tipologia, permitindo comparar plantas com régua única. Há campos específicos para vagas de garagem e áreas de uso exclusivo quando aplicável.
Minuta da convenção de condomínio: define regras de uso (ex.: curta temporada, rooftop, academia), rateios e poderes da assembleia — indispensável para entender seu OPEX futuro e limites de locação. A minuta integra, por lei, o pacote arquivado no Registro de Imóveis.
Onde e como obter cópias oficiais
O Registro de Imóveis deve fornecer certidões/cópias dos documentos arquivados (art. 32, §4º). Você pode solicitar online a certidão (inteiro teor, matrícula, ônus) pelo portal integrado dos cartórios.
Vaga de garagem e fração ideal: validação sem erro
Vagas podem ser acessórias, comuns ou autônomas; o regime muda como se vende/loca e como se registra. Materiais técnicos do IRIB detalham espécies, natureza jurídica e efeitos no registro. Verifique na minuta/plantas quantas vagas a garagem comporta (art. 32, alínea p).
Fração ideal: é a proporção do terreno vinculada à unidade e base do rateio condominial. O cálculo deve ser feito por profissional habilitado, conforme orientação do IRIB; confira se a discriminação das frações (art. 32, alínea i) está coerente com os quadros da NBR 12.721.
Checklist rápido — o que conferir antes de assinar
Número do registro da incorporação e cartório competente constando em materiais comerciais.
Memorial descritivo alinhado ao padrão prometido (esquadrias, vidros, louças, caixilharia).
Quadro de áreas (NBR 12.721) com privativa x comuns x vagas por tipologia.
Minuta da convenção: regras de locação por temporada, uso do rooftop/academia, fundo de reserva e quóruns.
Certidões do RGI: matrícula e ônus atualizados (inteiro teor).
Como validar vaga de garagem e fração ideal? → Leia a alínea p (garagem) e a alínea i (fração) do art. 32; confira nos quadros da NBR 12.721 e na minuta se a vaga é vinculada, autônoma ou indeterminada; peça certidão no RGI para cruzar.
Deseja uma auditoria documental básica (grátis) para os endereços 99 x 208? Envie os números de registro, e eu retorno com um parecer objetivo cruzando memorial, quadros NBR 12.721 e minuta — pronto para alimentar sua matriz de escolha na próxima etapa.
Matriz “morar x investir” para a Marquês de São Vicente (99 x 208)
Decidir entre studios e 2 quartos na Rua Marquês de São Vicente (Gávea) exige ponderar critérios objetivos. A matriz abaixo organiza os pesos (1–5) por perfil e orienta o cálculo de score final para cada endereço (99 e 208) e tipologia. Use como insumos: preço por m² e aluguel (FipeZAP), tendência de rentabilidade (FGV IBRE), atração por amenities como rooftop/academia, e o efeito PUC-Rio (demanda de entorno).
Como pontuar (passo a passo)
Defina pesos (1–5) para o seu perfil.
Atribua notas (0–10) a cada combinação (endereço x tipologia).
Score = Peso × Nota (some todas as linhas).
Compare os scores totais entre studio e 2Q nos nº 99 e 208.
Proxies úteis: FipeZAP mostra o ritmo de aluguel e os níveis de R$/m², com evidências de m² mais alto em tipologias compactas (1 dormitório) nos informes recentes; o pós-pandemia elevou a rentabilidade total (aluguel + valorização) nas capitais, reforçando o apelo do residencial.
Tabela — critérios e pesos por persona (exemplo de configuração)
Critério
O que observar
Estudante
Professor
Família jovem
Investidor
Preço por m² (compra)
Faixa do lançamento por tipologia
3
3
4
5
Ticket de aluguel (R$/m²)
Proxy por tipologia compacta
5
4
3
5
OPEX (taxa condominial)
Impacto de academia/piscina/rooftop
3
3
4
4
Liquidez de locação
Distância PUC-Rio (225), mobilidade a pé
5
4
3
5
Conforto/acabamentos
Esquadrias/vedação, varanda usável
3
4
5
3
Regras condominiais
Convenção sobre curta temporada
4
3
3
5
Dicas de leitura
Liquidez costuma favorecer studios/1Q próximos ao campus, pois tipologias compactas tendem a registrar R$/m² de aluguel mais alto nas capitais monitoradas.
Valorização percebida: empreendimentos com lazer no topo (rooftop) podem elevar o valor do m² em até ~20% em certos recortes de mercado, além de acelerar a decisão de compra. Ajuste isso na nota de conforto/atratividade quando a amenidade estiver presente.
Tendência de retorno: relatórios recentes indicam rentabilidade total do residencial acima do pré-pandemia, sustentada por aluguel e valorização — fator que pesa nos perfis investidor e professor.
Efeito PUC-Rio: a localização oficial do campus (R. Marquês de São Vicente, 225) sinaliza fluxo estável de demanda acadêmica; priorize rotas a pé e serviços do entorno nas notas de liquidez.
Sensibilidade — “e se…?”
…a taxa condominial subir? Rebaixe a nota de OPEX em 1–2 pontos se houver piscina/academia com custo crescente; reavalie a liquidez caso a amenidade seja um diferencial que acelera a locação.
…a convenção restringir curta temporada? Ajuste a nota de regras para perfis que dependem de janelas curtas; privilegie contratos 12+ meses (estabilidade) em 2Q.
…a oferta de studios aumentar? Rebaixe liquidez de studios em 1 ponto e compense conforto/acabamentos para manter ocupação.
Qual tipologia tende a melhor payback?
Ritmo e R$/m² favorecem studios/1Qpróximos ao campus (ocupação rápida).
Ticket absoluto e permanência favorecem 2Q com varanda usável e acabamentos que elevam retenção. Combine a matriz com séries do FipeZAP e a leitura de amenidades para calibrar o cenário 99 x 208.
Quer acelerar sua decisão? Receba sua matriz preenchida segundo seu perfil (estudante, professor, família ou investidor) + planilha de decisão com pesos editáveis, integração aos dados FipeZAP e um comparativo 99 x 208 pronto para imprimir.
Outros Lançamentos de Luxo Para Investir ou Morar na Zona Sul do Rio de Janeiro
Onde exatamente fica a PUC-Rio e por que isso importa para studios e 2 quartos?
A PUC-Rio fica na Rua Marquês de São Vicente, 225 (Gávea). Estar a poucos minutos a pé do campus sustenta procura recorrente por unidades compactas e mobiliadas (estudantes e professores), reduzindo vacância especialmente nas viradas de semestre.
Qual é o preço médio de aluguel por m² no Rio hoje — e como isso afeta a projeção de renda?
Em jan/2025, o preço médio nas capitais foi R$ 46,94/m², com 1 dormitório liderando a amostra (R$ 62,83/m²). No Rio de Janeiro, a média ficou em R$ 50,16/m². Esses números são boas âncoras para simular ticket de studios/1Q próximos ao campus (ajuste pelo micro-mercado Gávea).
Qual é a rentabilidade (rental yield) de referência?
Os informes trazem rental yield anualizado por cidade. Como referência macro, capitais relevantes orbitam ~5,5%–8% a.a.; use o m² do Rio e sua tabela 99 x 208 para refinar. (Ex.: Brasília 6,14% a.a.; outras capitais variam no painel do relatório.)
Para liquidez perto da PUC, performa melhor 1 quarto mobiliado ou 2 quartos sem mobília?
Na absorção inicial e janelas de semestre, studio/1Q mobiliado tende a ocupar mais rápido (público aceita m² mais caro em troca de prontidão). Para estabilidade de contrato e ticket absoluto maior, 2Q bem planejado (varanda usável e marcenaria funcional) costuma reter por mais tempo. Baseie a decisão no seu perfil e na matriz de pesos (liquidez × OPEX × conforto).
Curta ou média temporada é permitida? Quais são as regras?
A Lei do Inquilinato (8.245/1991) permite locação por temporada de até 90 dias. Porém, o condomínio pode restringir o uso “hoteleiro/rotativo” se a convenção assim definir — entendimento confirmado pelo STJ. Se a convenção não proibir, a temporada se enquadra como residencial (sem serviços típicos de hotelaria). Alterar a convenção exige 2/3 dos votos (Lei 14.405/2022).
Avaliaremos o seu imóvel com a expertise de especialistas locais e
promoveremos sua divulgação sem custo nos principais portais do
Brasil, redes sociais e Google. Tudo de maneira simples, segura e
completamente digital.